Pedro Barros - Action

Pedro Barros fatura sua 5º medalha de ouro nos X Games de Austin

Pedro Barros conquistou a primeira medalha de Ouro para o Brasil nos X Games Austin. Foi a quinta vitória do catarinense no Park, modalidade que ele era o grande favorito.
A final foi constituída por Pedro, Ronnie Sandoval, Curren Caples, Aaron “Jaws” Homoki e Grant Taylor. Eles tiveram três voltas de 50 segundos para andar na grande pista de concreto, e a vitória de Pedro foi incontestável.

No primeiro drop, o brasileiro começou arriscando com um inédito frontside air pulando um canion gigante, mas errou duas tentativas. Ele só veio a acertar na segunda volta, já emendando numa linha fluída utilizando todos cantos da pista com muita velocidade e estilo. Pontuou 90,66 e ficou administrando assistindo os demais finalistas. Curren Caples era o skatista que mais tinha chances de alcançar a nota de Pedro, mas não finalizou nenhuma volta perfeita.

Parabéns Pedro, representou Santa Catarina e o Brasil.

Confira o vídeo:

 

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Expedição Costa Esmeralda

2 dias, 17 marujos, 11 embarcações, vários quilômetros de costas e mar aberto.
Para quem ainda não conhece, a Costa da Esmeralda é um dos lugares mais bonitos de Santa Catarina, e fica bem pertinho de nós. Aguas cristalinas que vistas a distancia assumem a tonalidade verde esmeralda dão nome a este conjunto de praias, costas e ilhas na região de Porto Belo.

Confira o vídeo, com edição de Gabriel Garcia.

Nossa expedição iniciou no dia 18 de janeiro de 2014, ás 2 horas da madrugada, quando saímos em comboio da cidade de Rio do Sul com destino ao litoral. Ainda antes do sol nascer iniciaram-se os preparativos na areia da praia de Bombinhas, e ás 7 da manhã caímos na agua…
Barcos carregados, suprimento para dois dias e muita energia positiva em um nascer do sol digno de um país tropical. Foram aproximadas 7 horas de remadas, muito bem intercaladas a mergulhos e acreditem, chope em alto mar, até chegarmos em nosso primeiro ponto de parada, a Ilha do Macuco, local onde passamos a noite, sem energia, sem tecnologia, sem contato com o continente… A ilha é inabitada, o que não impede de ser um atrativo ponto turístico, que durante o dia recebe visita de várias embarcações, em sua grande maioria lanchas e iates, do qual, não fizemos muita questão de interagir. Durante o dia, piscinas naturais cristalinas, agua quente e visual deslumbrante que lembra muito as ilhas do Caribe.

Á noite, insetos e ratos selvagens dominam a ilha, afinal, os intrusos éramos nós. É praticamente impossível ficar na ilha se não estiver com o corpo totalmente coberto e com muito repelente. Como não podíamos levar muita carga nos barcos, a maioria optou por acampar a luz da lua, que não deixou ninguém na mão, estava gigante, esplendorosa, e nos permitia ter uma boa margem de visão de quando os ratões, enormes e peludos se aproximavam do acampamento.

No dia seguinte, após uma noite bem dormida, acabamos com o resto do suprimento e encaramos a última parte da jornada, munidos de duas garrafas de batida de maracujá, o que não durou muito. Após uma parada na Praia do Cação para fotos e mergulhos, remamos a linda costa da Praia do Canto Grande, onde fizemos mais uma parada, compramos suprimentos (mais maracujá) e partimos para o último trecho, cortando toda a baía de Zimbros até o inicio da mesma.

Confiantes em nossa qualidade física e técnica (risos), optamos por uma desafiadora parada no meio da baía, onde só daríamos sequência após o término de nosso suprimento, afinal, eram 15h30, o sol brilhava e era possível ouvir o canto das sereias que nos chamavam ao desafio do mar… “Eram nove piratas sobre o convés, balançando canecos ao ar, e o vento na proa guiava o navio, e lançava suas vozes ao mar”… 40 minutos depois percebemos estar a quilômetros de distância da costa, puxados por uma forte corrente de retorno, e somente um resgate marítimo poderia fechar com chave de ouro a expedição mais bucaneira da costa catarinense.

 

“Feito o vento que carrega o navio

Os versos seguiram o mar

Eram nove canecos rolando o convés,

e os marujos no chão a cantar”

Ahoy!

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